Okay, agora vai! (?)
Tema do blog atualizado, criação minha quase que por completo.
A imagem do header é criação da Nunih.
E a princípio tudo agora funciona, ou quase tudo. Se alguém encontrar um bug, favor me avisar :)
Dunga não sabe o que faz, o brasileiro é que sabe.
Dunga pode não ser nenhum Sun Tzu, nenhum Steve Jobs, mas está longe de ser o pior estrategista da história. Quando a lista dos convocados à Copa da África do Sul saiu, dois dias atrás, foi quase uma unanimidade criticar e até mesmo xingar o treinador da Seleção de burro, teimoso e outros adjetivos.
O discurso era sempre o mesmo, como ele pode ser tão burro de não levar Pato, Ganso e Galinha, como ele pôde deixar o Neymar de lado, cadê o Adriano, e quem é esse tal de Grafite? É de escrever ou de apontar? Ok, tirando a piada pronta, acho que ou estou vendo tudo muito distorcido, ou temos realmente uma nação de cegos com amnésia.
Ele montou um time sem muitas estrelas sim, montou. Nestes dois dias vi a dita “imprensa especializada” criticar a escolha no que ia de “seleção troglodita” à “time tão feio quanto o próprio treinador”. Não concordo, o Dunga é mais feio, mas não é burro.
Dunga foi um jogador épico em sua posição e, como treinador, o cara simplesmente ganhou tudo o que disputou, excetuando-se as Olimpíadas 2008, o que não era exatamente de se surpreender. Mas ele não deve saber o que faz. Você, contador, pedreiro, açougueiro, balconista, advogado ou jornalista é que sabe. Não, Dunga não faz o seu trabalho, e você não faz o dele.
Essa máxima de que temos 190 milhões de treinadores é uma historinha muito furada e mal contada. O “povo” e a imprensa realmente preferem o cara que aparece nos treinos quando quer, se quer e ainda por cima está sem o mínimo condicionamento? “Ah mas ele faz gol…” E eu também! Adriano não é mais o que já foi, já ameaçou pendurar as chuteiras uma ou duas vezes e voltou, provavelmente pra aparecer e faturar mais uns trocados, mas não merece, nem de longe uma vaga na seleção.
Mesmo que o sujeito fosse o melhor do mundo, o que vocês querem? Carregar o time de superstars, como foi feito em 2006? Aquele time era lindo. Maravilhoso. Não havia escalação melhor para sua equipe do Fifa World Cup 06, para PC, Playstation, Xbox e afins… e só. Nos games, era o time com todas as “barrinhas” cheias, ótimo, na vida real, era gente de bolso cheio e que só jogava no próprio clube. Sem ambição, sem brilho nenhum. Ronaldinho Gaúcho jogou em 2006? Eu vi ele lá, o que ele estava fazendo era outra história.
Não adianta, o brasileiro jura que o time deveria ter Kaká, Ronaldinho, Ronaldo gordo, Adriano, Ceni (só pra reclamar até do goleiro), Neymar, Ganso e quem sabe Rooney, Cristiano Ronaldo e Beckham, afinal, é só misturar todos os melhores e mais caros e pronto, certo? Humm… então porque o Real Madrid não é o campeão universal de tudo? Ah… mesmo problema. Estrelismo e falta de entrosamento.
No máximo, os garotos do Santos poderiam ter sido convocados, mas sequer foram testados, acho justo ficarem de fora. E eles ainda terão muitas copas a jogar. O que sobra? Aposto que um time muito melhor, no geral, do que aquele que foi à Alemanha. Eu não quero ver X ou Y brilhar, eu quero uma equipe perfeita. Não adianta ter o melhor em campo se ele não se comunica e colabora com o resto.
Aposto que este time vai mais longe que a medíocre (ao menos para os nossos padrões) posição de quarta-finalista, caindo vergonhosamente aos pés da França, de novo. Aliás, aposto mesmo, e por mim, prefiro que todos vocês apostem contra, assim os odds dos sites de apostas ficarão melhores para quem aposta no Brasil. Tem gente apontando que o grupo mal passará da primeira fase, então tá.
Que fiquem os 190 milhões de especialistas pensando assim. 11 de julho conversamos.
ATUALIZAÇÃO: Hahaha, o Brasil ficou em 5º, 6º lugar? É, não veio um título, mas foi melhor do que muitos esperavam. No fim, foi divertido ao último segundo de jogo.
Sobre mulheres e reparações
Muito se tem dito sobre reparações e compensações à certos grupos étnicos, sociais ou mesmo religiosos. No Brasil, o índio e o negro, só como exemplo rápido, são pegos como figura do ‘mais coitado entre os coitados’, recebem cotas nas faculdades (desimporta se o cidadão com mais melanina também possui mais dinheiro que o branquinho favelado), feriado próprio e outras benesses de necessidade questionável.
Alegam que sofreram no passado. Que os índios foram retirados de seus lares e dizimados. Que os negros foram retirados da África, surrados e trabalharam de graça – quando não eram assassinados. Tudo isto é verdade. Não vou entrar no mérito dos autores e suas motivações para não me estender, mas acho que aqui vemos uma certa dissonância, um equívoco.
É fácil falar que grupo A ou B (eles preferem ser vistos por meio das letras "Z" pra lá) é minoria, sofreu, etc. Aliás, eu tenho cabelo enrolado e boca carnuda, rola uma cota pra mim aí, sapo barbudo?
Mas, e as mulheres, sem distinção de etnia, classe social, religião ou nacionalidade… Não sofreram? Pior, não sofrem até hoje?
Qual foi mesmo um dos maiores estopins para a criação deste dia que comemoramos hoje? Pois é, o grande incêndio da Fábrica Triangle Shirtwaist. O maior acidente em locais de trabalho até o 11 de setembro.
Num destes países mais lamentáveis que o Brasil, com uma religião predominante ainda mais lamentável que a cristã, mês passado noticiaram¹ que uma mulher foi estuprada. O que aconteceu? Puniram, claro. Puniram, ela!
E no oriente médio em geral elas sempre são tratadas como segunda classe, escondem seus rostos e cabelos, muitas vezes são proibidas de estudar e aprender, são quase bichinhos de estimação de seus pais, irmãos e maridos.
Na China, fazem pior, pegam as bebezinhas, dão o fim que mais convém ao Estado e ponto. Quem contesta?
E por aqui? Não é muito diferente…
Em alto nível, temos a mulher mais multitasker que um Core i7, trabalha, estuda e ainda segura as pontas em casa – na hipótese mais leve, coordena os empregados. Em contrapartida, ganha menos(?).
Sem mencionar a complicação que é para a empregabilidade da profissional, sempre há aquele receio (que é, de certa forma, válido) de arcar com licença maternidade e saídas frequentes para atender aos anseios dos filhos menores.
No mais baixo? A mulher é feita de escrava (lembra dos pretos coitadinhos? Familiar?) por aquilo
que costuma chamar de marido, que a abusa de inenarráveis e intermináveis formas possíveis, apanha e nada recebe em troca.
Maria da Penha? Foi alguém lá… a lei que as protege existe muito mais no papel do que na prática. As que denunciam, têm seus agressores libertados em poucas horas. Estes voltam ainda mais furiosos e espancam com mais “prazer” – isso quando não terminam o “serviço”.
Tem o lado ruim das fêmeas na nossa espécie, as "feminazis", mas que, se não trata-se de uma raça em extinção, é ao menos uma raça em crescente ritmo de ignoração pelos demais. Feministas extremas que sobre valorizam o fato de ter nascido aleatoriamente com uma vagina. Algo que 50% da humanidade tem deve ser realmente divino… tanto faz, também não é mérito que caiba aqui. Estou comentando sobre a realidade e o mundo feminino, não características tão específicas.
O fato é que, muitas vezes, deixamos de respeitar e agradecer àquelas que sim, ainda nos "tempos modernos", onde em muitas casas já há uma divisão de tarefas, elas cuidam de tudo, da nossa alimentação à roupa que vestimos. Atendem necessidades mais diversas, das sexuais às afetivas – aquelas que relutamos em admitir possuir uma sequer. O mínimo que podemos – nós, homens – fazer é retribuir à altura.
Dê um beijo na sua mãe. Dê uns bombons pra sua irmã. Dê uma chupada na sua patroa. Dê uma rosa para aquela sua chefe carrancuda e ilumine o dia da coitada. Toda mulher gosta de carinho e atenção. Na verdade, todo ser humano gosta, a diferença é que mulheres admitem.
O fato, é que o mundo seria, literalmente, um saco sem as mulheres. O fato é que eu sou viciado e apaixonado por todas elas. Claro, há uma em especial :)
Se fosse pra crer em algum tipo de ser superior, eu começaria com as mulheres como um bom motivo para isso. Elas tem problemas, ás vezes enchem nosso saco e nossas faturas de cartão de crédito, mas quer saber? Que se dane, eu não passaria a vida sem todas as mulheres que tenho na minha.
Na hora de pensar em qual classe, raça ou etnia sofreu mais, lembre-se daquela que te serve até hoje, mesmo que por carinho e sem pedir nada em troca.
As mulheres nos amam e não vivem sem nós. E o inverso é gigantemente verdadeiro. Não neguemos.
¹ Como comentei noite passada, meu tempo é curto. Peço desculpas pela carência de fontes em alguns pontos.
I’m baaack!
Lá em janeiro, escrevi dizendo que daria uma pausa nessa arte da blogueiragem-amadora-ong-style. O motivo ficou evidente, eu iria mudar algumas coisas. Trocar do domínio à plataforma, mexer no layout, na hospedagem…
Nem tudo ficou como eu queria, ainda, por pura falta de tempo, – não que eu esteja reclamando – mas o negócio está mais acertado. Hoje eu realmente careço de tempo, quando parei, estava sem trabalho e em férias da faculdade, hoje estou à pleno vapor trabalhando a semana toda, aliado ao fato de cursar meia dúzia de cadeiras na faculdade, junto do meu TCC, que é um plano de negócios, ou seja, hardcore por natureza. A coisa está feia, logo vou ter aqueles dias de insônia forçada, mas muita coisa boa vem vindo. Espero que essa nova fase do blog seja uma delas.
Pelo menos até junho, não prometo aumentar a frequência de postagens, seria a mentira mais burra que eu contaria, mas devo manter a média anterior. Espero trazer conteúdo, o resto, não sei se me interessa.
Hoje trago um novo domínio, porque ninguém tem obrigação de decorar esse nome tão lindo quanto bacana, que 73% dos seres humanos erram na primeira escrita, o WordPress, porque o Blogger é um [procura um eufemismo, um eufemismo…] saco, mas o mesmo mimimi e as mesmas críticas (in)fundadas de sempre.
Aos antigos leitores, peço que assinem o novo feed e lembrem-se de passar por aqui e comentar vez ou outra. Continuem acompanhando no twitter que eu sempre jogo os updates por lá. O domínio antigo ficará para uns projetos pessoais futuros e o FAQ/Sobre neste blog deve ser finalizado esta semana.
Por um tempo vocês ainda verão algum layout quebrado em postagens anteriores e menções ao antigo nome, Segunda Opinião, mas isso eu devo acertar logo.
Obrigado pelo apoio, dos amigos, amigas, a patroa (minha grande salvadora de design e conselhos aleatórios em geral!) e até os que me odeiam (who?), vocês todos são a minha motivação para qualquer projeto…
Bora – feliz ano novo pra mim!
De que adianta a internet se eu não tenho gás encanado? [BRB inside]
Nos últimos dias eu tenho estado realmente desconectado do mundo. Cheguei a anunciar no Twitter que sumiria por um tempo, mas não esperava que este tempo fosse tão grande, que desgosto.
Próximo ao natal, acabei por não escrever mais pelas viagens e aquela coisa toda… no reveillon chegaria minha mudança de endereço, que aconteceu de fato no dia 29, e por N problemas (“any” mesmo), só vim passar a noite na casa nova dois dias depois e a própria virada do ano, que ao menos compensou com a bela vista dos fogos da cidade aqui da sacada de casa. Esta é a parte boa, ponto.
A GVT já se prestou duas vezes em uma semana a instalar minha internet e linha telefônica novamente (mantendo o link dos 10mbps) sem custos, o que não foi possível graças à excelente construtora que me entregou um prédio quase que em construção e, por exemplo, sem a estrutura interna do cabeamento telefônico. Incrível. Pra vocês terem noção, ainda estou sem gás encanado aqui em casa. Yeap. Micro-ondas é o jeito. Mais do que patético…
TV por assinatura é algo que eu nem preciso mencionar. Então quando eu disse “desconectado”, é realmente desconectado. Tudo o que eu tenho acesso são os jornais da TV aberta que falam de Angra, Angra e Angra… nem meu jornal impresso está chegando direito (sim, “eek”, eu assino um, depois eu falo sobre isso…).
O caso é que devo voltar a ter algum contato com o “mundo lá fora”, e com isso eu quero dizer, qualquer coisa a mais de 50km da minha cidade na próxima semana, não sei se no começo, no fim, ou se a previsão vai furar de novo. Por agora vou me estressando e morrendo de tédio por aqui.
Depois que tudo se regularizar, este blog deve receber uma reforma completa, da plataforma ao domínio, trazendo até algo mais fácil de se decorar do que este meu belo nome alheio ao senso comum nacional. Bem, eu também sou assim, acho que faz sentido.
No mais, fica este pequeno esclarecimento a alguns amigos, abafando rumores sobre eu ter morrido ou sido abduzido. Embora o meu lado uber-nerd sinta-se assim em alguns momentos.
Falando em compromissos nerds, fica meu alerta/pedido-de-desculpas/justificativa:
- ao grupo de moderadores do fórum hardMOB, em especial o parceiro Thomazini;
- à turma do amigo secreto do mesmo fórum, que, sério, estes eventos são mais que alheios à minha vontade e controle, mas sim, em breve eu vou conseguir comprar e enviar os presentes;
- aos eleitores do eRepublik no último natal;
- aos seguidores do Twitter, que somavam em torno de 980 quando saí, e se retornar com 800+ me sentirei até gratificado por ter leitores fiéis às bobagens que escrevo (ao menos por lá);
- e claro, aos que me lêem aqui, sempre.
No mais, um feliz ano novo mais do que atrasado… Aguardem, eu volto!
ps: publicando graças a Nunih.
