Sobre mulheres e reparações
Muito se tem dito sobre reparações e compensações à certos grupos étnicos, sociais ou mesmo religiosos. No Brasil, o índio e o negro, só como exemplo rápido, são pegos como figura do ‘mais coitado entre os coitados’, recebem cotas nas faculdades (desimporta se o cidadão com mais melanina também possui mais dinheiro que o branquinho favelado), feriado próprio e outras benesses de necessidade questionável.
Alegam que sofreram no passado. Que os índios foram retirados de seus lares e dizimados. Que os negros foram retirados da África, surrados e trabalharam de graça – quando não eram assassinados. Tudo isto é verdade. Não vou entrar no mérito dos autores e suas motivações para não me estender, mas acho que aqui vemos uma certa dissonância, um equívoco.
É fácil falar que grupo A ou B (eles preferem ser vistos por meio das letras "Z" pra lá) é minoria, sofreu, etc. Aliás, eu tenho cabelo enrolado e boca carnuda, rola uma cota pra mim aí, sapo barbudo?
Mas, e as mulheres, sem distinção de etnia, classe social, religião ou nacionalidade… Não sofreram? Pior, não sofrem até hoje?
Qual foi mesmo um dos maiores estopins para a criação deste dia que comemoramos hoje? Pois é, o grande incêndio da Fábrica Triangle Shirtwaist. O maior acidente em locais de trabalho até o 11 de setembro.
Num destes países mais lamentáveis que o Brasil, com uma religião predominante ainda mais lamentável que a cristã, mês passado noticiaram¹ que uma mulher foi estuprada. O que aconteceu? Puniram, claro. Puniram, ela!
E no oriente médio em geral elas sempre são tratadas como segunda classe, escondem seus rostos e cabelos, muitas vezes são proibidas de estudar e aprender, são quase bichinhos de estimação de seus pais, irmãos e maridos.
Na China, fazem pior, pegam as bebezinhas, dão o fim que mais convém ao Estado e ponto. Quem contesta?
E por aqui? Não é muito diferente…
Em alto nível, temos a mulher mais multitasker que um Core i7, trabalha, estuda e ainda segura as pontas em casa – na hipótese mais leve, coordena os empregados. Em contrapartida, ganha menos(?).
Sem mencionar a complicação que é para a empregabilidade da profissional, sempre há aquele receio (que é, de certa forma, válido) de arcar com licença maternidade e saídas frequentes para atender aos anseios dos filhos menores.
No mais baixo? A mulher é feita de escrava (lembra dos pretos coitadinhos? Familiar?) por aquilo
que costuma chamar de marido, que a abusa de inenarráveis e intermináveis formas possíveis, apanha e nada recebe em troca.
Maria da Penha? Foi alguém lá… a lei que as protege existe muito mais no papel do que na prática. As que denunciam, têm seus agressores libertados em poucas horas. Estes voltam ainda mais furiosos e espancam com mais “prazer” – isso quando não terminam o “serviço”.
Tem o lado ruim das fêmeas na nossa espécie, as "feminazis", mas que, se não trata-se de uma raça em extinção, é ao menos uma raça em crescente ritmo de ignoração pelos demais. Feministas extremas que sobre valorizam o fato de ter nascido aleatoriamente com uma vagina. Algo que 50% da humanidade tem deve ser realmente divino… tanto faz, também não é mérito que caiba aqui. Estou comentando sobre a realidade e o mundo feminino, não características tão específicas.
O fato é que, muitas vezes, deixamos de respeitar e agradecer àquelas que sim, ainda nos "tempos modernos", onde em muitas casas já há uma divisão de tarefas, elas cuidam de tudo, da nossa alimentação à roupa que vestimos. Atendem necessidades mais diversas, das sexuais às afetivas – aquelas que relutamos em admitir possuir uma sequer. O mínimo que podemos – nós, homens – fazer é retribuir à altura.
Dê um beijo na sua mãe. Dê uns bombons pra sua irmã. Dê uma chupada na sua patroa. Dê uma rosa para aquela sua chefe carrancuda e ilumine o dia da coitada. Toda mulher gosta de carinho e atenção. Na verdade, todo ser humano gosta, a diferença é que mulheres admitem.
O fato, é que o mundo seria, literalmente, um saco sem as mulheres. O fato é que eu sou viciado e apaixonado por todas elas. Claro, há uma em especial :)
Se fosse pra crer em algum tipo de ser superior, eu começaria com as mulheres como um bom motivo para isso. Elas tem problemas, ás vezes enchem nosso saco e nossas faturas de cartão de crédito, mas quer saber? Que se dane, eu não passaria a vida sem todas as mulheres que tenho na minha.
Na hora de pensar em qual classe, raça ou etnia sofreu mais, lembre-se daquela que te serve até hoje, mesmo que por carinho e sem pedir nada em troca.
As mulheres nos amam e não vivem sem nós. E o inverso é gigantemente verdadeiro. Não neguemos.
¹ Como comentei noite passada, meu tempo é curto. Peço desculpas pela carência de fontes em alguns pontos.



Oinn que cutie!
Lindo seu post amor, arrazou!!
Sabe que a sua mulherzinha aqui te ama e vai estar em casa esperando a “chupadinha” vide seu texto “Dê uma chupada na sua patroa.” ahuahuahuauhauahua
te amo!
Obrigada por tudo <3
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