Archive for the ‘Internet’ Category

postheadericon Os agressores do nordeste e seus megafones humanos

Preconceito é mais do que uma coisa feia, errada ou ilegal. É algo estúpido. Preconceito racial é pior ainda, por isso sempre que vemos alguém cometendo um crime por aí, o impulso é de fato se revoltar e, se for possível, denunciar a quem for cabível – sejam autoridades formais (como a política, o Ministério Público) ou um pouco menos formais (pais, professores, esposas e maridos, dependendo do caso).

E a internet, mais do que qualquer outra coisa, não criou novos idiotas, mais gente burra e mais racistas, apenas amplificou sua voz. Essa gente retardada que simplesmente não tinha espaço, agora tem. Mas pior, muito pior é quando essa turma ganha amplificação.

Gente anônima antes da internet, como Felipe Neto, PC Siqueira e até Rafinha Bastos (sim, a internet fez sua fama, muito antes do CQC) hoje podem virar armas de destruição DE massas. Com respectivamente 1,35 milhão, 972 mil e quase 3.400.000 seguidores no twitter, acredite, eles formam e influenciam opinião com uma força e uma velocidade assustadora. Então se estas pessoas tivessem intenções, sim, eles poderiam até mesmo influenciar mentes mais fraquinhas (temos muitas por aqui) a cometer crimes. Poderiam incitar violência a muitos grupos: torcedores de certos times de futebol, moradores de certos bairros ou regiões do país, gente de determinadas classes sociais, opção sexual, o próprio sexo, por aí vai. Mas eles não fazem, felizmente.

Claro, esse pessoal mais famoso tem muito mais noção do lucro e do prejuízo que suas vozes podem lhes trazer. Então quem sobra? Aqueles que mal são ouvidos. Gente com seus 50 seguidores no twitter, 70 amiguinhos no facebook, nisso tudo uns 40 bots pra cada lado, ou seja, gente quase muda na internet. Mas a amplificação pode ser um problema, eu mesmo na minha pequena casa de 900 e poucos seguidores, sei que já posso causar estrago dependendo do que falar, principalmente pelo alcance – vai que o PC me retuita? Faça as contas.

 

O caso de hoje

 

Esta tarde, um garoto (que não vou me dar ao trabalho de recuperar quem, não sou romano, crucificação não é meu foco) revoltado a possível anulação do ENEM, motivada por problemas numa escola do Ceará, declarou que gostaria de jogar uma bomba no Nordeste. Não vou entrar no mérito de que a bomba atômica necessária para isso também incendiaria a casa dele e o sufocaria em poeira radioativa, caso isso fosse possível e ele residisse em São Paulo, por exemplo. Seria só mais alguém imbecil, fazendo algo imbecil como todos nós fazemos diariamente, agora multiplicado por sete bilhões.

As pessoas falam coisas como estas, muito piores do que estas e até do que aquelas que o Rafinha falou, todos os dias. Algumas na internet, outras apenas fora dela. Algumas só pensam e não falam, mantendo um preconceito velado. Qual a pior delas? Nenhuma, tudo farinha do mesmo saco, com a diferença de que quem exterioriza pode influenciar. O problema é quando alguém quase anônimo ganha voz, tendo gente mais conhecida como plataforma de divulgação.

No caso do garoto, parece que o Kid (o Izzy, não o mesmo “garoto”), aquele paladino dos nordestinos injustiçados (que algumas vezes xinga uns cariocas e uns gaúchos, mas tudo bem) além de retuitar e ameaçar o guri de algum processo, comunicou o pai do sujeito via facebook e estava procurando a escola onde o moleque estuda para fazer o mesmo. Nobre, seria muito nobre se ele tivesse apenas feito estes dois últimos, onde ele ganharia, eu imagino, uma baita mijada em casa e um reforço pedagógico na escola. Talvez isto até incentivasse uma “semana contra o preconceito” ou algo assim por lá. Seria muito bacana. Antes de mais nada porque a escola é fundamental na formação do cidadão e ela deve ensinar sobre os males (e a idiotice) dos preconceitos, todos eles.

O problema chega quando tal influenciador internético, orgulhosamente dotado de “mais de 23 mil seguidores” (é assim que ele vende seus tweets patrocinados) resolve que “vamos criar outra Mayara Petruso” com a suposta intenção de conscientizar toda a internet sobre os crimes de ódio. Qual o problema com isso? O nulo efeito prático. Na melhor (muito melhor!) hipótese, alguém racista vai deixar de comentar em cantos abertos da internet. Vai usar seu twitter ou fórum fechado, vai comentar com os amigos no bar. Então vamos nos iludir que não há mais preconceito com nordestinos, como já nos iludimos atualmente quanto aos negros. Ok, pra muita gente a ilusão é tudo o que basta, principalmente os amantes do politicamente correto. “Se eu não vejo, não é um problema.”

 

O que acontece seguindo com esta postura

 

Vão destruir a vida do garoto e muito provavelmente complicar o pai dele, caso seja menor de idade. Só. Eles (a família) serão processados, você vai ler uma notinha na Folha e achar que o mundo está melhor agora. Semana que vem alguém xinga de novo e se alguém desejar, segue nova denúncia, a Justiça segue ainda mais empilhada de processos e façamos o ciclo novamente, ad infinitum.

 

Então devemos deixar eles impunes?

 

Não. Mas podemos pensar em educar primeiro, ainda mais tratando-se de um adolescente. Crimes de ódio e racismo prevem penas com reclusão em caso de processo criminal instaurado, o que me leva a questionar a necessidade da medida. Claro, é uma mudança que passa primeiro pelo sistema penal. Acho racismo ruim? Evidente. Acho a punição de três anos de cadeia para alguém condenado por racismo justa? Não para um réu primário No caso de uma segunda ocorrência do mesmo crime, sim, podem prender o sujeito por 30 anos que muito provavelmente ele não tem conserto. Mas na primeira ocorrência, não seria melhor para todos, inclusos aí os que sofrem com isso se estas pessoas fossem educadas e conscientizadas? Uma medida socioeducativa que fosse bem implementada e funcionasse, incluindo aí um curso de cidadania e até mesmo história (que mostrasse o passado de problemas pelos quais passaram determinados povos) e serviços comunitários envolvendo o público-alvo das agressões faria muito mais bem à sociedade como um todo do que apenas jogar o sujeito na cadeia, lotá-las ainda mais e tirá-lo de lá ainda mais revoltado com a situação.

Fora que, sejamos honestos, se adolescente fosse preso por cada coisa que diz, seria um processo por dia (para cada um), no mínimo. Eu acho que a justiça tem louça mais importante pra lavar.

O pior de ficar nestes processos individuais é que ele (teoricamente) cessa com as atividades de um preconceito aqui e ali, mas não reduz em quase nada a ocorrência do próprio preconceito. Um sujeito que deixa de contratar um nordestino numa vaga de emprego apenas por conta disso, mesmo que não toque uma palavra sobre a origem do cidadão, está sendo racista da pior forma possível – prejudicando aquela pessoa por sua condição natural e imutável. E de um modo covarde, porque ele nem saberá o motivo.

 

E a social media relevante da internet, o que deveria fazer, então?

 

Primeiro de tudo, não ajude a divulgar as ideias de um idiota. Viu um crime de racismo? Ótimo, denuncie direto. Não retuíte ou poste o link do blog onde leu aquilo. Isso não vai ajudar. Ajuda tanto quanto “achei essas fotos de crianças peladas aqui minha gente, vejam (link) das fotos que absurdo!” Você está disseminando ainda mais o crime. Na verdade, no caso da pedofilia, está cometendo mais um, mas enfim.

Se um racista com 100 seguidores for retuitado pelo Felipe Neto, sabe o que acontece? 1,35 milhão, mais 100 pessoas lerão a ideia racista. Pior, podem entender este retuíte como endosso. Então, de novo, se quer denunciar, denuncie. É seu direito, é um trabalho cidadão, mas não aja como um megafone humano.

Outra coisa muito legal seria uma campanha contra todo o tipo de preconceito, seja ele contra os nordestinos, os negros, os homossexuais e também gente que não se enquadra nas categorias comuns, como os gordos, os magros, os residentes em outros estados. Mais legal: uma campanha massiva, com toda social media internética brasileira engajada.

Calcule se os 50 blogueiros mais relevantes tirassem uma semana, ou mesmo um dia para falar do assunto. Em seus sites, em seus facebooks, em seus twits. E logo a velha mídia se interessaria, e poderíamos ver reflexos em jornais impressos, no Jornal da Record, no Jornal Nacional, no Fantástico – pode parecer pouco para você, mas é o ápice para o público que ainda não é tão antenado com a internet.

Sua campanha deveria agir em duas frentes: contra o próprio preconceito e conscientizando as pessoas que sim, o que você fala na internet tem valor legal e peso jurídico, e que você, ou seus filhos (e de novo, você) podem ser responsabilizados por tudo o que publicam, onde quer que seja.

 

Algumas considerações ainda mais pessoais sobre tudo isso:

 

Eu acho muito questionável essa postura do nordestino se fazendo de coitadinho com este tal preconceito. No fim das contas, todos somos brasileiros, um país tão digno de orgulho quanto o Cazaquistão. E honestamente me incomoda ver uma ofensa aos moradores de estado X do país ser tipificada como o mesmo crime que ofende negros. Negros que passaram mais de dois séculos sendo escravizados e continuam sofrendo ainda hoje. Já homossexuais, que sofrem invariavelmente mais do que pessoas da parte alta do nosso mapa, não tem o mesmo apoio jurídico, ou seja, homofobia não é crime. Em vias mais honestas, eu não vejo como pode doer mais a ofensa contra um nordestino do que contra alguém com um grande nariz, sub ou sobrepeso, grande altura, pequena estatura… enfim. Acredito que todos deveriam ter o mesmo peso jurídico.

E dirimindo uma confusão, hoje não é assim e isto é apenas minha consideração pessoal. Sozinho eu não tenho o poder de alterar as leis e fazer justiça, mas sou livre para expressar meu ponto de vista, desde que não ofenda ninguém.

Eu não estava “brigando com o Kid de novo”, estava contestando sobre isto ser de fato um preconceito e qual a motivação dele. Troquei mensagens direcionadas a cerca de 30 pessoas e, por sinal, parei de falar porque o limite de postagens do serviço foi atingido. O fato do Kid ter seus 23 mil amiguinhos e ele ficar me citando aqui e acolá não é minha responsabilidade.

De todo modo, questionei os motivos do Kid, que disse querer ajudar o sujeito, “alertando sua família e escola”. Vendo o histórico de alguém que se considera o santo troll da internet, que já mandou e-mails lá do Canadá pra cá, visando foder gratuitamente a vida de alguns brasileiros que pisaram em seu calo (já ouvi falar até em sujeito demitido por conta de ações dele), fica um pouco difícil crer na intenção nobre do rapaz. Desculpe, eu acredito que ele fazia tudo “for the lulz”, e claro, por ser do Ceará, pode naturalmente ter se doído com a agressão.

E não, isso não é uma extensão da discussão, é um esclarecimento e um desabafo mais claro do meu ponto de vista. E eu não preciso de ninguém, de novo, me atacando e distorcendo meus argumentos em seus blogs. Ninguém será barrado nos comentários, mas reservo-me o direito de não responder trollada barata.

postheadericon Os amigos virtuais com presentes reais – #twittoculto2010

A princípio eu não gostava, nunca curti esse negócio de amigo secreto. Mas ele te persegue, e nos quais você não participa, pelo menos com pessoas do seu círculo pessoal diário, você vira o indigesto, aquele anti-social que não quer brincar, então tá… como de anti-social eu já tenho cara, participo pra não ficar pior que o próprio Satã.

Lembro de uma vez, no segundo ano da Catequese – sim, eu fiz isso, tinha uns 10 anos… mães mandam na gente nessa época, pois é – aliás, tem gente que chama de Catecismo e outros nomes esquisitos, resumindo, é aquela escolinha bíblica que todo católico faz para fazer Primeira Comunhão e depois Crisma, e consequentemente poder casar. Acho que era a única motivação real que alguém te dava, diziam que você não ia casar, ser um sujeito forever alone e tal, então fazia né… hoje nem sei se casarei na igreja, ironia. Fui também o pior inferno em todos os anos daquele negócio com todas as minhas perguntas, as catequistas devem ter ficado meio atéias depois de me conhecer (ou me consideravam o próprio anti-cristo, não descarto).

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postheadericon Inclusão digital e as compras on-line

Quando o Governo começou com os vários projetos de inclusão digital, já imaginávamos seus prós e contras. O contra foi a destruição do Orkut. Wait, eu gosto disso… e o favorável seria o maior acesso à informação (insira 300 abobrinhas governistas aqui…) e um provável aquecimento do mercado de compras na internet. Mais pessoas com acesso, mais potenciais consumidores, certo? Não exatamente.

O Jornal Hoje de ontem mostrou uma pesquisa que apresenta resultados no mínimo curiosos. A matéria você pode ver no vídeo abaixo, ou em texto clicando aqui.

A pesquisa, que buscava conhecer os hábitos deste “neo consumidor”, foi realizada com 5.500 pessoas em 11 países (amostragem discutível, diga-se de passagem), aqui no Brasil nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre. Acabaram constatando algo quase óbvio aqui na selva, o brasileiro ainda é o que menos compra on-line.

Compras On-line 92% simplesmente não compram pela internet, entretanto, 73% confiam na mesma suficientemente para utilizá-la como fonte de pesquisa de preços antes de ir ás lojas físicas. Tudo bem, cada um com seus hábitos, o que realmente incomoda são os motivos pelos quais esse povo não compra. Uma turma que em geral é crédula o bastante para repassar e-mails pra salvar uma menina ucraniana que sofreu queimaduras de 2º e 3º graus em 87% do corpo, já que a AOL doará US$0,05 para cada e-mail encaminhado, mas não confia no próprio computador, ou pior, prefere confiar num vendedor que nunca viu na vida e que geralmente sabe menos sobre o produto do que ela mesma. O sujeito apenas faz sinais positivos com a cabeça, aprovando e falando tudo o que o coitado quer ouvir.

Mas por que eles não compram? Vamos aos dados:
55% não gostam de passar dados bancários ou seu número de cartão pela internet. Claro, afinal o vendedor da Casas Bahia é honestíssimo e é muito mais fácil você ser roubado pelo seu computador em que você supostamente deveria saber o que há instalado, navegar seguramente e manter o sistema atualizado (come on, atualizar o sistema é a dica número um que vendedores trambiqueiros de informática dão para o usuário comum/tosco de computadores, além de comprar o anti-vírus gratuito que eles vendem, claro). Se fosse pra ter receio, eu teria muito mais do vendedor que some com meu cartão por 10 minutos, podendo copiar todos os dados ou mesmo cloná-lo, do que do sistema de sites como Submarino ou PayPal (indiscutivelmente mais seguro do que quase tudo, diga-se de passagem).

55% querem ver o produto e tocá-lo antes de comprar. Certo, a tangibilidade da coisa é válida, sobretudo para alguns itens que realmente dependem da sua avaliação, como uma tevê em que você precisa ver como são na prática a qualidade da imagem, contraste, ângulo de visão e outros aspectos. Ou um celular, para “brincar” um pouco com o sistema e sentir se atende a seus critérios, e principalmente itens de vestuário – estes eu confesso que nem eu compro muitos on-line, apenas raras peças que eu sei que servirão bem.
O problema é, você olha o preço on-line, vai conferir o produto pessoalmente e acaba comprando direto na loja física? Ca-ra-lho, a pessoa que faz isso é muito idiota. Eu faço minha pesquisa de preços de produtos pela web sim. Se for o caso visito lojas físicas, enrolo os vendedores para conhecer o produto “e qualquer coisa eu volto”. Acabo batendo o martelo na internet, que via de regra, tem os preços mais baixos. É difícil entender essa lógica? Aliás, relendo aqui, acabo por ver que também posso fazer isso com determinadas roupas e calçados. Se isso é ético e mimimi? Não ligo. O vendedor quer ganhar o dele, eu quero economizar o meu.

50% preferem falar com o vendedor. Sério, pra que? Você entra em qualquer boa loja on-line e encontra todas as especificações do produto por lá. Você entra na Casas Bahia (loja física) e pergunta, “essa tevê tem controle remoto?”, e o sujeito vai falar com o gerente e some por 10 minutos pra descobrir o óbvio. Do que você precisa, um abraço do vendedor? Ou só gosta de pagar mais caro e ajudar a sustentar a família de um estranho? Porque se for por isso, “oi, eu sou o Raphael, você mal me conhece e seu dinheiro é bem vindo, aqui estão os dados para depósito…”

48% se preocupam com as informações pessoais transmitidas pela internet. Aqui a gente revisita o primeiro tópico, como assim? Dar seu endereço, RG, CPF, renda, nome da bisavó e do cachorro pra um estranho que você acaba de conhecer é mais seguro do que incluir estes dados num sistema que dificilmente terá contato humano, fora endereço para a transportadora?

E fechando com estilo, a pesquisa ainda apontou que 42% dos brasileiros gostariam de receber mais spam informações sobre produtos no celular. Pelo amor…se a minha operadora começar a apelar eu jogo o chip na privada.

O lado bom, segundo o diretor da empresa responsável pela pesquisa, que aparece ao fim da matéria em vídeo, e com ele eu concordo, é de fato o consumidor buscar na internet a referência com outros consumidores (avaliação em sites, ReclameAqui, fóruns e etc.), checar se a propaganda dos produtos condiz com a realidade e até, em alguns casos checar preços em outras praças e mercados, o que ajuda na hora de barganhar com aquele vendedor que você adora conversar.

Mas de uma forma geral nota-se que o brasileiro ainda não compra, não sente segurança ou não entende como funciona. O básico medo de tentar, há pessoas que preferem chamar um técnico de informática (e pagar caro por isso) para instalar um programa ou fazer simples alterações no sistema porque morrem de medo de fuçar, gente que teme que o computador exploda ou saia correndo atrás, sei lá. Acho até que a entrada da Casas Bahia no mercado on-line é um bem geral à nação, já que eles se dão ao trabalho de explicar melhor e jogar publicidade na televisão, por exemplo, clamando seus consumidores a comprar on-line novos produtos usando o computador que buscaram lá.

À turma que vive do comércio on-line, resta torcer que a propaganda do Windows 7 surta algum efeito com aquele papo de “maior segurança”, nem que efeito placebo, mas que funcione. Apenas 8% da população com acesso à internet comprar na mesma é abaixo de patético, é lamentável.

Aliás, acho que esporadicamente vou lançar alguns posts no estilo shopping for dummies, se um leitor paraquedista cair aqui e isso ajudá-lo a entender melhor como certas coisas funcionam, então este blog já fez algo de útil. Mas não se preocupem, não será nem de longe meu foco por aqui.

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