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postheadericon Sorteio de convites do Google Wave

No fim do mês passado eu fiz uma breve review do Wave por aqui, onde também prometi  distribuir alguns convites assim que possível. Eles vieram e aqui estou. O modelo será o Promoção Google Wavemesmo da promoção que distribuiu uma cópia de Half-Life 2, preencham o formulário anexo na página e aguardem os resultados, que sairão em 24 horas.

Pretendo distribuir três convites nesta etapa, número que pode variar de acordo com a quantidade de inscritos. Se você possui convites de outros serviços que se interessa em trocar (exceto “novo Orkut”, que já possuo e nunca utilizei muito), como alguns trackers fechados e outros serviços, mencione isto nos comentários e quem sabe chegamos a um acordo mais simples. Não esqueçam de preencher os dados corretamente, se eu não conseguir lhe contatar, não há como premiar.

Sem mais delongas, boa sorte a todos!

winner_wave

ATUALIZAÇÃO
Parabéns Dalton, seu convite já foi enviado!

ATUALIZAÇÃO 2 (15/12/2009)
Ok, agora estou ainda mais cheio de convites. Caso você caia neste post e ainda precise de um, apenas deixe seu e-mail no campo de comentários e lhe envio assim que possível.

postheadericon Google Wave: muito mais que uma marolinha, muito menos que um tsunami

Google Wave

Meses atrás o projeto foi divulgado, depois, um seletíssimo grupo composto principalmente de profissionais da área de mídia e tecnologia recebeu alguns convites e agora eles estão passando de mortais a mortais, ainda que escassos. O conceito básico já era conhecido até então, a integração de serviços como e-mail, trabalho colaborativo, interação multimídia nos mais diversos formatos, mensagens instantâneas e mais. Teoricamente, o uso do serviço fica limitado apenas por sua criatividade ou suas necessidades.

A impressão que passa ao ver o público em geral comentar a respeito, é de que o Google Wave chegou, e pelo menos por agora, apenas para confundir. No fim da semana passada o Diego Messeri, do excelente iPhoneApps, me enviou um convite – que chegou, pasmem, dois dias depois. Provavelmente o próprio atraso faça parte da estratégia googleana de deixar o público ainda mais afoito para conhecer o serviço. Eis que ele aparece, você abre, espera um mundo novo se deparar em frente aos seus olhos e depara-se com isso:

Google Wave na primeira visualização

Aí você entende primeiramente o porque de tantas reações do tipo “ok, meu convite chegou, e agora?” Sua primeira referência básica será o layout batidão do Outlook e não é para menos: pastas e ações à parte superior esquerda, contatos logo abaixo, conteúdo das pastas ao centro e conteúdo das mensagens à direita.
E agora? Faça bom uso da mensagem de boas vindas que trás uns rápidos tutoriais para seus primeiros passos na ferramenta (vídeos inclusos) e o mais importante, faça bom uso dos contatos – como a imagem evidencia, você já começa com alguns contatos previamente adicionados, incluso seu “anfitrião”. A lista, provavelmente baseia-se nos contatos do Google que possuem o serviço habilitado, o meu veio com o próprio Messeri, Thiago Mobilon do Tecnoblog, Pedro “Respider” e o Diego Plentz que eu juro não lembrar de onde conheço…
Sim, pegue seu Orkut (argh), delete todos os seus miguxos e veja o que sobra dele. Nada. Talvez um nada que seja menos pior do que antes, mas isso é conceito pessoal. Como o Wave é venosamente cooperativo, ou você “surfa” com todo mundo, ou não tem onda.

Tem o que fazer? Lógico! Há um universo de possibilidades que pode-se aproveitar, seja para o trabalho de empresas “tradicionais”, discutir seu site com os parceiros ou mesmo se divertir criando verdadeiras waves puramente /b/ style (se você não sabe o que é o /b/, recomendo fortemente que não acesse do trabalho, vai por mim).
Vai vingar e ser um sucesso? Em partes isso já é uma realidade. A propaganda que acabou tornando-se viral graças aos sites de tecnologia, twitter e diversos fóruns de discussão, a ansiedade de todos para conseguir um convite e ao menos experimentar e os sucessivos dias como trending topic no Twitter mostram que o marketing está feito. Se o público vai aderir é outro papo. O Google tem uma média de 96% de sucesso em tudo o que põe a mão, o que não quer dizer que algumas coisas não falhem miseravelmente, há então uns 4% de chance de tudo desmoronar. Se eu acredito nisso? Não.
Na pior hipótese o serviço será “orkutizado” e utilizado para a parentada trocar receita de bolo, postar foto da laje e mostrar pra todo mundo super lançamentos como “Pedro, dá meu chip” e “El Mamut”. Mas eu não acho que essa turma vá aprender a usar o serviço direito, não tão cedo.

Um dos hits da semana no YouTube, diga-se de passagem, é a versão de Pulp Fiction trabalhada no Wave, ficou tão legal quanto ilustrativo para entender melhor o serviço.

Se realmente estiver conhecendo o serviço agora, recomendo também que assista a um dos melhores vídeos introdutórios ao serviço, com 15 dias básicas e essenciais para um uso mais prático, rápido e proveitoso:

E agora vem a parte triste: não, eu realmente não tenho convites por enquanto. Minha conta veio limpinha nesse aspecto.
Quando (e se) os receber, comunico aqui mesmo no blog ou twitter e encontro uma forma de distribuir ou sorteá-lo(s) aos interessados.

postheadericon E agora Google Docs? Microsoft Office Live

Na próxima segunda, inicia-se mais uma edição da Microsoft Worldwide Partner Conference (WPC), a ser realizada em New Orleans, USA. Nela, além da esperada “resposta ao Google Chrome OS”, do lançamento do novo Gazelle (os nomes vão melhorando, Natal, Morro, Gazelle…) e outros assuntos interessantíssimos, chega a hora da família Office voltar aos holofotes e mais, deve comparecer de vez à briga pelas aplicações voltadas à Web, e finalmente fazer frente ao Google Docs.
As aplicações disponibilizadas pela Google são leves e práticas, mas não se adéquam a todo tipo de trabalho. A verdade é que nós, usuários, é que precisamos nos adequar quando ficamos à mercê desse tipo de aplicação. Conseguimos criar e editar textos, planilhas e apresentações de forma bastante razoável, mas certamente não temos a sensação de estar, nem longe de uma suíte de aplicações para trabalho de verdade. Foi assim até agora.
A proposta da Microsoft é trazer o Office à Web integralmente, diferente da forma capada que temos em aplicações como o Google Docs. Não me entenda mal Docs, você ajuda e muito em momentos essenciais, mas compará-lo ao Microsoft Office é o mesmo que comparar um Fiat Uno a uma Ferrari qualquer. Ah, os dois são – teoricamente – produzidos pela mesma montadora (holding), mas um Uno não é “quase uma Ferrari”.
A verdade é que a computação em nuvem é o foco da empresa no momento, e disponibilizar decentemente aplicações como Word, Excel, PowerPoint e OneNote via navegador, disponibilizando um sistema proprietário para arquivamento do seu trabalho, que poderá ser continuado de qualquer lugar – via navegador ou programa instalado – me parece mais revolucionário que o Browser que iria reinventar a Web. Sim, a Google basicamente já fez algo assim, mas me parece que agora alguém veio para fazer bem feito. Se o projeto se concretizar e o peso da aplicação rodando via Web for bem aceito pelo mercado, certamente não será o fim do Docs, mas com certeza teremos uma drástica melhora no serviço, que ou evolui, ou perece.
Aliado a isto, no mesmo evento a empresa deve apresentar oficialmente os planos para o Office 2010 beta (yey! Pensei que tinham acabado com os betas!) e mais da campanha para o produto. Algumas screenshots do que seria a versão alpha do produto foram liberadas há um tempo. E belos vídeos da campanha, no melhor estilo hollywoodiano (misto com paródia), já circulam pela Web. Acompanhe os últimos lançados:
Fonte: NeoWin
Adaptação: este artigo foi originalmente escrito na última quinta-feira pelo autor deste blog para outro site e apenas adaptado para esta postagem.
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